Sunday, April 17, 2011

JURUBATIBA


A caminho do Cactus' Garden (Entre o Mar e a Lagoa)

Restinga de Jurubatiba – Quissamã RJ

  Minhas melhores lembranças do Rio de Janeiro estão localizadas a 50 km de Macaé RJ e 55 km de Campos dos Goytacazes RJ ou seja, lat.-22.214536º lon.-41.495933º.                  
Quissamã é uma pequena cidade repleta de história. Sua expressão como localidade habitada por colonizadores europeus data do século XVII. Mas só se consolidou a partir de uma das primeiras guerras bacteriológicas das Américas.


Entrada do Atlântico para o Canal das Flechas em Barra do Furado
Embarcações repletas de roupas infectadas com o vírus da varíola foram rebocadas da Europa e essas roupas foram deixadas ao longo das praias de João Francisco, Visgueiro, Barra do Furado, Farol de São Tomé e de Gruçaí, em Campos dos Goytacazes, até a foz do Rio Paraíba em São João da Barra. 
A finalidade do Presente de Grego era exatamente dizimar a nação Goytacaz que habitava desde as falésias de Marataízes ES até próximo a Macaé RJ, pois os portugueses não conseguiram eliminá-los com bacamartes, canhões e espadas ou corrompê-los como fizeram com os nativos de São Paulo e das Minas Gerais.

Vegetação duplicada em espelho d'água - Piripiri

Aqueles “índios” altos de cabelos negros até a cintura eram indomáveis, não tendo se submetido nem a cultura Tupi do Norte nem aos Guaranis vindos do Sul, muito menos aos brancos colonizadores. Eram exímios corredores, nadadores, extremamente fortes, de grande estatura e inigualável ferocidade.
Evitaram contatos com os franceses, com os emboabas e até mesmo com o cacique Cobra Colorida – Araribóia – que arrebanhava nativos de todas as tribos daquela região: do Espírito Santo a Niterói RJ para lutar pelos portugas contra os franceses.
Eles são descritos pelos Jesuítas como insociáveis praticantes de canibalismo devorando os inimigos capturados.   Um religioso do século XVII registrou que os Goytacazes apanhavam tubarões com as mãos nas praias, não para consumir o peixe mas, para usar os dentes na confecção de suas armas.
Como todo genocídio ocorrido nas Américas, este também é muito velado. Os relatos só são encontrados em teses e monografias com base em documentos existentes na Torre do Tombo em Portugal.
Talvez hoje só se veja algum rastro dos Goytacazes em alguns locais entre Quissamã, Dores de Macabu e Campos dos Goytacazes nos traços étnicos de velhos habitantes: lábios grossos, grande estatura, cabelos lisos, espessos e negros, narinas dilatadas e testas largas.
Passada a fase da conquista, tenha ela sido nefasta ou não, quase 400 anos se foram e hoje o que se tem em Quissamã é uma virtuosa restinga nos quase 40 km de costa do Atlântico permeada por lagoas, charques, flora e fauna exclusivas e um mar aberto e bravio que registra a peculiaridade daquela amada região.


Habitat dos Amigos Guilherme e Mery. Sede da Amizade

A restinga foi denominada ‘Jurubatiba’ (Muitas Árvores de Espinhos) em Tupi-guarani, foi preservada compulsoriamente pela inospitalidade natural e ultimamente pelas  insustentáveis Leis do IBAMA e outros órgãos trôpegos e míopes instituídos.
 
Lagoa da Garça e do André


Além dos meus amigos humanos da Praia de João Francisco, inúmeros outros, secos e molhados, subsistem ou jazem naquelas paragens.

Arraial do Cabo RJ

Morei lá oito anos. Ficou uma saudade que se eu pudesse medir, começaria em São João da Barra, passaria por Atafona, Gruçaí, Xexéu, Barra do Furado, Farol da Marinha, Vapor, Valão, Visgueiro, Maria Menina, Piripiri, LAGOA DA GARÇA, Coqueiros, Baleia até a Lagoa do Paulista e pararia pra descansar lá na Praia dos Cavaleiros em Macaé. Depois de uns chopps, ainda passaria em Rio das Ostras, Casimiro de Abreu, Silva Jardim, Armação dos Búzios, São Pedro da Aldeia, Cabo Frio e ia pernoitar em Arraial do Cabo.

Mar aberto. Inóspito. Como era há 1000 anos.
















A saudade dói, mas pior seria não ter conhecido aqueles lugares e aquelas pessoas.

Wednesday, August 25, 2010

PREMIAÇÃO DO PRIMEIRO RALI NÁUTICO DE BRASILIA

     Após a vitoriosa performance da Bolgue no Primeiro Rali Náutico de Brasília, merecidamente veio a premiação. Registradas pelas lentes do navegador Aloísio da Silva Ferreira, essa fotos revelam a vibração da tripulação.





     O primeiro troféu da Bolgue já ocupa seu lugar na galeria aguardando pelos outros que virão em breve.







     Fizemos um passeio no lago no último domingo, dia 22 de agosto, e constatamos a presença ostensiva e intensiva da Capitania dos Portos, da Polícia Militar e bombeiros, em barcos e jetskies patrulhando todos os quadrantes do Lago Paranoá. Visivelmente isso se deve aos esportes patrocinados pelos clubes tais como 5 milhas de natação, kaiaks e regatas diversas, mas, principalmente, a fiscalização se intensificou após o acidente que ceifou a vida das duas jovens irmãs no mês passado.



 
     Não há como discordar. O esporte é agradável, é glamoroso e concorrido, mas, precisa ser levado com responsabilidade. Há pessoas nadando, há lasers em regata, kitesurfers, windsurfers e toda uma gama de esportistas.





      Ao navegar em uma embarcação com um motor de 270 HP e duas hélices girando a milhares de RPM, devemos levar em conta todo o aprendizado no curso de Arrais. Observar as raias, as bóias sinalizadoras, percursos permitidos, normas de segurança e tudo mais para que não haja possibilidade de acidente.

 






E assim, observando todas as condicionantes, estávamos lá, recompensados pela vitória. Parabéns aos navegantes!
Aloísio,André,Alcides e Neto

Friday, August 13, 2010

PRIMEIRO RALI NÁUTICO DE BRASÍLIA

     Ao som de Twist and Shout, dos Beatles,  rompendo dos autofalantes da poderosa lancha Bolgue às 16h55min do dia 31 de julho de 2010, atracamos no deck da AABB, retornando à base, após excepcional desempenho da tripulação do Comandante Alcides Bolgue no 1º Rali Náutico de Brasília iniciado às 14h32min, zarpando do Iate Clube de Brasília.    
José Nogueira Neto, o Vice-presidente de Náutica da AABB, brilhou no timão, assessorado pelos      Navegadores André Luiz, eu, é claro, Aloísio Ferreira, Luiz Prado, Alexandro, um argentino perdoado e adotado pelos marujos e João Pereira Júnior.
     O 1º Rali Náutico de Brasília foi promovido pela Federação Náutica de Brasília (FNB), com a participação dos cinco clubes federados e com apoio da Associação Brasileira de Iatismo.
     Das vinte embarcações inscritas dezessete participaram do Rali que foi fundado em navegação de precisão e regularidade com utilização de GPS e outros instrumentos de navegação para cumprir os 47 waypoints estabelecidos pela organização.
     Na véspera, mais exatamente do dia 28, os participantes se reuniram no Espaço Brookfield em Águas Claras para receberem instruções e regulamentos além se noções sobre as planilhas com as coordenadas a serem lançadas no GPS com base no sistema UTM.
     A jornada foi observada por 14 fiscais ao longo do percurso a partir do Iate Clube tomando a direção nordeste depois leste, sudeste indo até a Ponte das Garças e retornando pelos diversos waypoints ao ponto de partida. A previsão de tempo para percorrer os 40 km era de 120 minutos com variáveis de valores velocidade/tempo em cada segmento, ou seja, cada um dos 47 setores previa tempo e velocidade diferentes estabelecidos conforme a planilha e cálculos obtidos por impostação das longitudes e latitudes no GPS.
     O Comandante Bolgue, grumetes, deckhands e contramestres vibraram com a proclamação do vencedor já em solo Aabbeano e comemoraram com muita cerveja a conquista obtida com humildade e competência.
     A primeira página da história dos Ralis Náuticos de Brasília está escrita e as personagens eternizadas através vitória da Bolgue nas águas do Paranoá.

Monday, March 22, 2010

SCARBOROUGH FAIR'S LYRICS

I had been talking to some friends about Scarborough Fair's lyrics one day when we were having some beers at my mother's. Just listen to it and follow the words that are between parenthesis which are the ones sung by Art Garfunkel, as a subliminal message 'cause they are whispered very low and soft, almost imperceptible interwoven as a countermelody. All is based on a poem written by Paul Simon "The Side Of A Hill" to fit as anti-war song to the Vietnam War and adapted by Art Garfunkel. Something like our Vandré's "Pra não dizer que não falei de flores", only, of course, with a touch of subtleness and class, inserting the poem inside the Middle Ages song that talks about a fair at the city of Scarborough in the east of England and tells of a boy asking someone to remind him to a girl he knew and ask her a lot of things impossible to be done, as it was in the Romantic Period. It is good to have friends to share this kind of things with. If you want to read the lyrics listening to the song go to: http://www.youtube.com/watch?v=BYQaD2CAi9A
André

Estive conversando com alguns amigos sobre a letra de Scarborough Fair outro dia enquanto bebíamos cerveja lá na casa da minha mãe. Ouça essa canção e acompanhe a letra, entre parênteses, que é cantada por Art Garfunkel, como uma mensagem subliminar, pois são cantadas bem baixinho e suavemente, quase imperceptivelmente, entrelaçada como uma segunda voz paralela. Tudo é baseado num poema escrito por Paul Simon "Ao Lado da Colina" contendo uma mensagem antiguerra do Vietnam e adaptada por Garfunkel. Algo como a nossa "Pra não dizer que não falei de flores" do Vandré, só que, com um toque sutil e de classe, inserindo o poema dentro da canção da Idade Média que fala sobre a feira na cidade de Scarborough no Leste da Inglaterra e fala sobre um rapaz que pede a alguém que o lembre a uma garota que ele conheceu lá e peça a ela coisas impossíveis de serem feitas, tal como era comum no Romantismo.É bom ter amigos com que compartilhar essas coisas. Se quiser ler a letra enquanto ouve a melodia acesse:
http://www.youtube.com/watch?v=BYQaD2CAi9A
Scarborough Fair

Are you goin' to Scarborough Fair? Parsley, sage, rosemary, and thyme.
Remember me to one who lives there, she once was a true love of mine.
Tell her to make me a cambric shirt (On the side of a hill in the deep forest green).
Parsley, sage, rosemary, and thyme (Tracing a sparrow on snow-crested ground).
Without no seams nor fine needlework (Blankets and bedclothes the child of the mountain).
Then she'll be a true love of mine (Sleeps unaware of the clarion call).
Tell her to find me an acre of land (On the side of a hill, a sprinkling of leaves).
Parsley, sage, rosemary, and thyme (Washes the grave with silvery tears).
Between salt water and the sea strands (A soldier cleans and polishes a gun).
Then she'll be a true love of mine.
Tell her to reap it in a sickle of leather (War bellows, blazing in scarlet battalions).
Parsley, sage, rosemary, and thyme (Generals order their soldiers to kill).
And gather it all in a bunch of heather (And to fight for a cause they've long ago forgotten).
Then she'll be a true love of mine.
Are you going to Scarborough Fair? Parsley, sage, rosemary, and thyme.
Remember me to one who lives there, she once was a true love of mine.

Translating:

Você está indo para a Feira de Scarborough? Salsa, sálvia, alecrim, e tomilho.
Lembre-me a alguém que vive lá, ela foi uma vez um verdadeiro amor meu.
Diga a ela para me fazer uma camisa de cambraia (No lado de uma colina, na profunda floresta verde).
Salsa, sálvia, alecrim, e tomilho (Rastreando um pardal sobre ondulações de neve no chão).
Sem nenhuma costura ou trabalho de agulha (cobertores e roupas de dormir, criança da montanha).
Então ela vai ser o meu verdadeiro amor (dorme ignorando os toques do clarim).
Diga-lhe para me encontrar um acre de terra (Ao lado de uma colina, um salpicado de folhas).
Salsa, sálvia, alecrim, e tomilho (lava a sepultura com lágrimas prateadas).
Entre água salgada e o cômoro do mar (Um soldado limpa e lustra uma arma).
Então ela vai ser o meu verdadeiro amor.
Diga a ela para ceifar com uma foice de couro (Rugidos de guerra, brilhando em batalhões escarlates).
Salsa, sálvia, alecrim, e tomilho (Generais ordenam seus soldados a matar).
E reunir tudo isso em um ramalhete de flores do campo (e para lutar por uma causa por eles há muito esquecida).
Então ela vai ser o meu verdadeiro amor.
Você está indo para a Feira de Scarborough? Salsa, sálvia, alecrim, e tomilho.
Lembre-me a alguém que vive lá, ela foi uma vez um verdadeiro amor meu .

Wednesday, January 6, 2010

Sunrise at João Francisco beach - Quissamã RJ


Nascer do sol sobre o mar de João Francisco em 28 de novembro de 2009 - Quissamã RJ

Eighth Macaé Free Masonry Anual Meeting




     Gonçalves Ledo Lodge as every November in these last eight years, prepares a very special supper with the presence of hundreds of masons from all Macaé’s lodges and from everywhere else. I myself have been present to all of those meetings. Worshipful Master Alexandre once more directed the Reunion perfectly.

     I had left Brasília on a plane on Thursday 27th, got to Macaé by bus and rent a car there. Went to Ilhote Sul, met Gomide, Rui and Valdecir who came from Rio das Ostras after my call.
    Then I went very late in the night to Quissamã, headed to the João Francisco Beach and waited for the sun by the seastrand.


     We drank a lot on Friday morning and met Azuil and some other friends then we went to Barra do Furado for some fish and beers, me and Guilherme. Came back to Quissamã to see my old place, Valter and Mr. Brants. The papaya tree planted by Lourdinha is now full of fruits and is as tall as the roof. The swimming pool looks like the city damp. It seems everything just vanished away after I left. Well it is not my place no longer. I shouldn’t care. I went to the beach again and took one of those so long expected walks as hundreds I used to take when I was living there.


     Well, night came, Guilherme, Mery and Athos was there and later Gutinho, Veruska and Netinho arrived. A lot of drinking again and I slept like a log. Got up on Saturday, turned back the car to the garage and went to a hotel at Teixeira de Gouveia to wait for the time to go to the supper.

     Guilherme came to Macaé and hitchhiked me to Centro de Convenções.
     I met a lot of old good friends and the brethren. Just among the brethren, right opposite to my chair, some ten meters distant, there was a very old brother and he was so smartly kidding and throwing balls of bread at everybody's face around. He just hit me on the forehead. Hard! I just had to give it back and I got a paper napkin and filled it up with farofa, poured beer to make it a little heavier and all the brothers around me just watched and were eager to see me throwing the flour bomb on that little old man who looked like a bad kid. And the spirits of joke guided my hand. The bomb hit him right on his chin and pieces spread all around including the pockets and inside the shirts of the brothers near him. Everyone laughed a lot. They are not only my brothers; they are just unforgetable.
     I went back to the hotel with my brother Arthur and flew back to Brasília on Sunday at noon thinking about next year's meeting.


Monday, November 16, 2009

Araguaia – Aragarças – Pontal – Barra do Garças – Ouro Fino





Friday, coming from Araguari, preparing stuff, expectations in the air longing for water. A plenty of water from Araguaia and Garças. But before that, a lot of asphalt. To be true 603 km still separated us from our liquid dream. To confirm the style, we left at 3 pm driving the automatic, hydramatic, first world Alcides Toyota, not before Neres’ increase our breathless waiting with one hour and a half delay. Better so, it gave us a lot more of ammunition to bother him. And what a trip!


I drove the machine up to Iporá. My left leg was always looking for the inexistent clutch pedal. Finally when leaving Goiânia, that leg succeeded taking my foot up suddenly pressing the brake and an elderly man almost hit us at the transom with his prow. He was much educated; he just greeted us with his medium straight upward finger as if wishing us a good fishing trip with our sticks.

Dry Law! We were dry! 5 hours later we were at Iporá GO. We were allowed to have some beers, only Alcides and I for, Neres, that Sunday driver, would drive up to Aragarças.

Two hours later, already at the boarder between Goiás and Mato Grosso, at the eco edge of Araguaia, we could taste our first fried cachara, soon identified as Abotoado and disguisedly nicknamed Armal.

Some beers, very tired, few space, sweat tennis smell, snores, dreams and rain, much rain. Breakfast, shopping, crossing Araguaia heading to Pontal, Barra do Garças and Ouro Fino. (Fine Gold). Finally the fishing place. First checking the area.


Promptly I had my day made: I caught the first jurupecém. I am the one! Then we caught many of them until the candiru gang arrived. It is a grown up cousin of that candiru which invades human bladders at Amazon region. We fished about 100. Some weighting 600 gr. Much beer, much whisky, much cachaça and 4 bottles of dry red wine of excellent origin. Once having the douradas, jurupecéns, mandis and other fishes, we started the cooking. I made a work of art in shape of rice colored with saffron, seasoned with garlic and onions.
Neres fried fish, Tião, drunkman, made a sauce of pacus and Alcides provided sauce for the dourada and barbecue. More beer and wine. Mr José visited us and we talked a lot. We set Alcides’ tent and Neres’ nets inside the pavilion . At this very time we were visited by a lacraia, a poisonous centipede with those exposed queliceras, hundred legs and threatening looking. Not friendly.
The only solution for a Dionysian drunkenness is a Morpheus sleeping. Praised Baco and fell in a net. I slept until 5 a. m. and then I heard one of the fellows calling a certain Huuuuugo though I never knew who he was, he must be deaf because even being called a lot he never answered. After we gave him some medicines this great fisher reacted and survived swearing he would never drink alcohol ever again in his life. He kept the promise until 11:15 p m when he started it all over.

We still fished a bit more. Brown water, few fishes but again a show of mine. Much efficiency. Saturday, Sunday and Monday just flew away. Time to go home.
Before going a festival of nicknames: Chaves, Elmer Fudd, Toothless, Parrot-feet, Kicking-mule, Pinocchio, Ears and Drunkman were the nicknames that we dedicated to our neighbors and sailors.

Because of Neres, we had to come back on Tuesday morning. We left Aragarças at 6 a m and arrived at Jerivá at 10 thirty for a heavy coffee and got to Brasília and to Guará at 1 p m tired bodies and easy minds. New friendships were built following the refreshment process. Old friendships were met again and re-checked for tightening laces. A lot of alcohol were used to make the car go and to turn away the swine flue. We were already planning to return when we were coming.